O futuro já chegou

O futuro já chegou

Você pega o celular e, pelo aplicativo, escolhe a comida que será entregue na sua casa. O que pensaria se soubesse que não foi você, foram algoritmos combinados que fizeram a escolha, gestados por uma machine learning ou deep learnig? Se não acredita em máquinas pensantes não pode deixar de assistir a plenária “Inteligência Artificial – a nova corrida do ouro” do Congresso da ABPI e ouvir o que tem a dizer o empresário Alexandre Winetzi, fundador da Woopi e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Stefanini, o maior grupo de TI da América Latina, com 25 mil funcionários e escritórios em 42 países.

Os debates da plenária – que terá ainda a presença de Carlos Afonso Pereira de Souza, do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), da juíza Isabela Ferrari, do TJR da 2ª Região, e a moderação do advogado Luiz Henrique do Amaral, do Dannemann Siemsen – vão mostrar que não há limites previsíveis para a inteligência artificial. Em sua apresentação Winetzi não falará do futuro, mas do presente futurista que está em nosso dia-a-dia e em permanente mutação. A “sociedade dos algoritmos está afetando sobremaneira o modo como as pessoas se relacionam, a começar pelas relações de trabalho”, explica.  “É engano achar que os robôs farão tarefas burocráticas e as pessoas as mais criativas, eles farão tudo”.

Para o fundador da Woopi, vivemos numa sociedade virtual e algoritimizada pelas grandes corporações da economia digital, que hoje já dão as cartas sobre comportamento, consumo e outras opções sociais. “Em alguns jogos virtuais você não está nele, mas dentro dele”, exemplifica.  Winetzi é do ramo. Sob sua responsabilidade está a plataforma de Inteligência Artificial Sophie, criada por seu time em 2012, adotada por mais de 80 corporações em três continentes e reconhecida por algumas das maiores consultorias de tecnologia do mundo.

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